OFICINA DE INTERPRETAÇÃO – MOSCA 9, por Diogo Mattos

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O teatro tem uma capacidade incrível de integrar e motivar as pessoas em tão pouco tempo. Menos de uma semana após o término da Oficina de Interpretação da Mosca 09 recebi diversas mensagens carinhosas relatando saudades do grupo e que as aulas foram transformadoras.

Num cotidiano corrido, em que temos o tempo todo que executar as tarefas sociais (ganhar dinheiro, estudar, pagar conta, fazer a prova, pagar conta, ir ao supermercado, pagar conta)… Uma oficina propõe investigar nosso universo interior e olhar os outros nos olhos. Aí reside a força da arte dramática: ouvir. Ouvir o que o outro tem a dizer. Ouvir a si mesmo, sem medo de julgamentos.
A turma reunida nesta oficina levou com muita seriedade (e bom humor) a proposta de criação de cenas, executar exercícios de imaginação, jogos teatrais e ainda a gravação de cenas para um falso documentário.  Um exercício de concentração e eficácia gravar todo material em menos de duas horas. Uma etapa vencida com muita alegria: ficar em frente uma câmera (muitos pela primeira vez), criar um personagem, interpretar improvisando o tempo todo, rir de si mesmo.
Estudar um personagem é procurar entender as razões do outro. Saber que todo mundo tem um história, que os sonhos e os medos convivem em todos. Quem quiser saber mais sobre o processo desenvolvido em aula pode ler o livro “Assim No Palco Como Na Vida” de Beto Silveira.
Um grande abraço a todos, muito grato pela experiência!
Diogo Mattos

“MINHA EXPERIÊNCIA ANIMADA NA MOSCA 9″ por Michel Geraissate

Pelo segundo ano seguido, ministrei uma oficina de animação na MOSCA. O projeto animado é filho da mostra: em 2012, fizemos a primeira Estação Animação na Escola Paraíso em Américo Brasiliense (cidade do interior de São Paulo) durante a itinerância da MOSCA 7. Desde então, a oficina foi ganhando corpo, incorporando novas técnicas e foi levada a vários outros espaços (quem tiver curiosidade, pode acessar o material do projeto aqui). Seja qual for a técnica, uma coisa sempre salta aos olhos: a facilidade de apreensão e criatividade sem limites das crianças.

A oficina da MOSCA 9, onde trabalhamos o pixilation (vídeo acima), aconteceu em um momento em que eu estava estudando as fases do desenvolvimento da criança na matéria de Psicologia da Educação (estou no 5º semestre da faculdade de Letras), o que me permitiu observar o comportamento delas com um pouco mais de conhecimento acadêmico – particularmente, foi bastante interessante pra mim.

Como a oficina depende do entendimento de alguns conceitos da narrativa, sempre peço que as crianças tenham, no mínimo, 7 anos. E particularmente neste ano, alguns alunos simplesmente participaram do processo de todas as outras turmas – o que pra mim, significa que eles gostaram bastante! Tenho duas hipóteses pra isso ter acontecido:

1. fazer uma animação é divertido demais, e o tom de brincadeira tem forte apelo entre eles;

2. eles são absolutamente protagonistas dos próprios filmes – no sentido mais amplo do termo.

Quando eles percebem que têm o poder nas mãos, do início ao fim, o processo todo flui melhor e é mais prazeroso, já que o resultado final depende do esforço coletivo. Eu apenas instigo a discussão das ideias, mas as crianças são as decisoras dos rumos da história – eu apenas veto ideias que, por falta de estrutura e/ou tempo, não podem ser realizadas. O que normalmente acontece é ter alguma criança mais extrovertida que a outra, que acaba iniciando a discussão. Depois que a primeira ideia aparece, começam a surgir propostas suficientes para a criação de um longa metragem. Elas também já são totalmente capazes de criar histórias compreensíveis, e entender o conceito de conflito, fundamental para qualquer narrativa se desenrolar. Normalmente, quando existem pessoas mais velhas nas turmas, algo que acontece com alguma frequência, elas praticamente não participam; não por vergonha ou timidez, mas simplesmente por não conseguirem acompanhar a velocidade de pensamento e possibilidades imaginadas pelos mais novos. Quando alguém vem na minha direção e, só pra mim, propõe uma ideia diferente da que foi combinada, eu sempre digo: você tem que falar isso com eles, proponha para a sua turma, não pra mim. E nesse momento é possível notar como elas estão aptas a identificar uma ideia boa e, se for o caso, mudar um pouco o rumo da história. Senso crítico apurado – quase sempre, eu concordo com a decisão do grupo sobre qual ideia deveriam seguir. É claro que eu tenho uma opinião sobre a sugestão, mas eu nunca falo o que eu acho, deixo para eles decidirem.

Essa dinâmica horizontal é poderosa e eficiente demais. Porém, muitas delas – talvez todas – não têm contato com esse tipo de relação com o aprendizado, e isso ficou evidenciado num breve diálogo que tive com uma das aluninhas que passaram pela oficina. Um pouco de contexto: no local onde eu explicava a técnica, havia uma área na parede pintada com aquela tinta de lousa, que permite que você escreva com giz e apague depois. Reproduzo aqui a conversa – infelizmente, não me lembro das exatas palavras:

Aluna: – Você podia usar essa lousa, né?
Eu: – Sério? Você quer que eu faça isso mesmo, igual na escola?
Aluna, percebendo o que tinha acabado de sugerir: – Opa, claro que não! Assim é bem mais legal!

Claro que é mais legal! Durante a oficina, elas me ouvem por 5 minutos, e depois assumem a prática. Isso não chega nem perto do modelo escolar tradicional; sugerido pela aluninha e logo refutado por ela mesma! E agora que estou estudando isso, vejo como a escola desperdiça o potencial dos seus alunos com um modelo didático totalmente datado. Me lembro de um educador relatando seu choque ao ouvir a diretora de uma escola dizendo que uma criança era uma folha em branco. A analogia não só é errada como evidencia o descolamento dos docentes em relação a seus alunos. É urgente a necessidade de horizontalizar o ensino e colocar os alunos no centro do aprendizado – e não encará-los como algo que precisa ser preenchido. Bem melhor do que eu escrevendo, é lermos esse trecho do livro Pedagogia do Oprimido, do pensador-educador-monstro*, Paulo Freire:

“A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem “enchidos” pelo educador. Quanto mais vá “enchendo” os recipientes com seus “depósitos”, tanto melhor educador será. Quanto mais se deixem docilmente “encher”, tanto melhores os educandos serão. (…) Eis aí a concepção “bancária” da educação, em que a única margem de ação que se oferece aos educandos é a de receberem os depósitos, guardá-los e arquivá-los. Margem para serem colecionadores ou fichadores das coisas que arquivam.”

Desculpem a digressão! Voltando…

A experiência na MOSCA é sempre muito rica e transformadora. Porque por mais que você leia a respeito de animações, ou assista diversas delas, nada substitui a experiência de fazer a própria animação. Isso dará uma nova perspectiva pra quando elas lerem o próximo livro ou assistirem ao próximo filme. E isso pode ser extrapolado pra qualquer área de conhecimento. Nada como a escola da vida. Nada como o fazer.

A interação e a troca com eles é o que faz valer todo o esforço de dormir pouco, acordar cedo e trabalhar muito! E claro, assistir as animações na telona, com a sala de cinema cheia e os alunos ansiosos pra ver o resultado final é demais. Pra mim, o processo todo se completa nesse momento. É a confirmação de que as oficinas, tanto para quem ministra, quanto para quem participa, são fundamentais para o desenvolvimento mútuo.

Ministrar uma oficina desperta em mim um sentimento que eu jamais senti em qualquer outro trabalho que fiz na vida. O tempo que passo com cada turma me mostra que é possível me relacionar com o mundo de uma forma diferente, construtiva, onde todos evoluem juntos. Da minha parte, vou continuar em busca dessa sensação.

Meu “muito obrigado” a todas as crianças que me proporcionaram sentir tudo isso. Continuo ansioso para conhecer outras!

Michel Geraissate

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PS: *monstro = melhor dos melhores ; )

CURTAS PREMIADOS PELO JÚRI POPULAR DA MOSCA 9

Em 5 dias, a MOSCA 9 exibiu 86 curtas-metragens em 3 mostras principais:

MOSTRA BRASIL

Composta por filmes brasileiros de vários cantos do país, essa mostra tem ainda duas sessões temáticas: A Sessão da Meia Noite (terror, suspense ou cinema fantástico) e a Sessão Cambuquira (filmes de diretores cambuquirenses, ou produções filmadas na cidade).

MOSTRA INTERNACIONAL

O foco principal da MOSCA não deixou de ser o Cinema Brasileiro, mas este ano a Mostra Internacional ganhou mais força com a quantidade e a diversidade dos filmes. Foram exibidos curtas internacionais de 17 países (Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Eslovênia, Espanha, EUA, França, Irã, Israel, Reino Unido, Rússia, Sérvia, Síria, Suíça, Tailândia e Turquia). Alguns deles na Mostra Infanto Juvenil.

MOSTRA INFANTO JUVENIL

A novidade deste ano foram os filmes internacionais selecionados para esta mostra junto aos brasileiros. Mas além disso, a Mostra Infanto Juvenil também ganhou uma sessão temática, a Sessão Teen, e assim como as outras sessões temáticas, o preferido da sessão também é divulgado. O Prêmio CiaRio para o Melhor Curta Infanto Juvenil da MOSCA 9 vai para o curta nacional mais votado.

CURTAS PREMIADOS PELO JÚRI POPULAR DA MOSCA 9

1º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR – Mostra Brasil:
GUIDA, Rosana Urbes, ANI, SP, 2014, 11’18″

Guida trabalha como arquivista há 30 anos e tem sua rotina modificada ao se deparar com um anúncio para aulas de modelo vivo. O filme propõe uma reflexão sobre a retomada da inspiração artística e a arte como agente transformador.
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2º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR – Mostra Brasil:
PRETO OU BRANCO!, Alison Zago, FIC, SP, 2013, 16’

Em um período no qual as leis não valem, o jornalista Eduardo Pena descobrirá que o seu inconsciente pode ser seu maior algoz.

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3º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR – Mostra Brasil:
MARINA NÃO VAI À PRAIA, Cássio Pereira dos Santos, FIC, MG, 2014, 17’

Um grupo de adolescentes do interior de Minas Gerais prepara uma excursão para o litoral. Marina, uma garota com síndrome de Down, deseja conhecer o mar. Impedida de viajar com sua irmã, ela busca outros caminhos para realizar seu sonho.

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MELHOR CURTA INTERNACIONAL:

NÃO MAIS: UMA HISTÓRIA DE REVOLUÇÃO | NOT ANYMORE: A STORY OF REVOLUTION, Matthew VanDyke, DOC, EUA/SÍRIA/TURQUIA, 2013, 14′

O filme conta a história de como um líder rebelde de 32 anos e um repórter de 24 anos vivem a exeriência do que é a luta pela liberdade em Aleppo, na Síria. O documentário mostra porque o povo sírio luta por sua liberdade.

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MELHOR CURTA INFANTO JUVENIL INTERNACIONAL:
DUSTIN, Kristina Jaeger, ANI, ALEMANHA, 2014, 8’

Dustin, um cãozinho da raça pug, tem que conviver com um novo companheiro de quarto, um aspirador de pó automático.

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MELHOR CURTA INFANTO JUVENIL BRASILEIRO:
SUPER PLUNF, Camila Kauling Rumpf e Henrique Luiz Pereira Oliveira, ANI, SC, 2014, 8’16”

Um menino consome somente comida de preparo instantâneo, até que a sua curiosidade pelos sons o conduz a conhecer outras formas de alimentação.

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MELHOR CURTA DA SESSÃO CAMBUQUIRA [Mostra Brasil]
CAÇADORES DE PERERECAS, Antonio Almeida, FIC, MG, 2014, 10’

Um bar, entre todas as conversas, cervejas e mulheres, dois amigos e uma ideia: caçar pererecas.Foto divulgação2

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MELHOR CURTA DA SESSÃO DA MEIA NOITE [Mostra Brasil]
O MATADOR DE BAGÉ, Felipe Iesbick, FIC, RS, 2013, 15′

Assis. Matador profissional. Quinze anos consecutivos o número um de Porto Alegre. Até a chegada de Assunção.

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MELHOR CURTA DA SESSÃO TEEN [Mostra Infanto Juvenil]
PRA QUEM QUISER OUVIR, Mariana Silveira, FIC, RS, 2013, 11’55”

Pedro e Clara se conhecem em um ônibus de linha urbana. Pedro tenta interagir com Clara e ela explica que é surda. Por meio de gestos e algumas anotações em um bloquinho os dois vão se conhecendo aos poucos.

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PREMIAÇÃO

1º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR

  • PRÊMIO CIARIO: O valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em locação de equipamento de luz, acessórios e maquinária da empresa Naymar que compõe o complexo Centro de Infraestrutura Audiovisual – CiaRio-Brasil.
  • PRÊMIO CTAV: Empréstimo de equipamentos pelo período de 2 semanas. Kit Digital ou Câmera Digital SI-2K. O empréstimo da câmera SI-2K está sujeito aos requisitos e pactuações específicicas estipulados pelo Centro Técnico Audiovisual.
(vide regulamento)
  • PRÊMIO CONTORNO ÁUDIO E VÍDEO: Serviço de duplicação de 100 cópias de curta-metragem em DVD, oferecido pela empresa Contorno Áudio e Vídeo.

2º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR

  • PRÊMIO B_ARCO: Cessão de 1 bolsa de estudos em um curso de audiovisual oferecido pelo Centro Cultural b_arco, em São Paulo. (vide regulamento)
  • PRÊMIO CONTORNO ÁUDIO E VÍDEO: Serviço de duplicação de 50 cópias de curta-metragem em DVD, oferecido pela empresa Contorno Áudio e Vídeo.

3º MELHOR CURTA DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR

  • PRÊMIO B_ARCO: Cessão de 1 bolsa de estudos em um curso de audiovisual oferecido pelo Centro Cultural b_arco, em São Paulo. (vide regulamento)
  • PRÊMIO CONTORNO ÁUDIO E VÍDEO: Serviço de duplicação de 50 cópias de curta-metragem em DVD, oferecido pela empresa Contorno Áudio e Vídeo.

MELHOR CURTA INFANTO JUVENIL DA MOSCA PELO JÚRI POPULAR

  • PRÊMIO CIARIO: O valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em locação de equipamento de luz, acessórios e maquinária da empresa Naymar que compõe o complexo Centro de Infraestrutura Audiovisual – CiaRio-Brasil.

MELHOR CURTA CAMBUQUIRENSE PELO JÚRI POPULAR

  • PRÊMIO CONTORNO ÁUDIO E VÍDEO: Serviço de duplicação de 50 cópias de curta-metragem em DVD, oferecido pela empresa Contorno Áudio e Vídeo.

Parabéns aos vencedores e muito obrigada a todos os curtas inscritos!

PROGRAMAÇÃO DO DIA (10/10)

E a MOSCA 9 chega ao seu terceiro dia, trazendo uma programação recheada de atrações sensacionais nesta sexta-feira à noite!

Às 19 horas o público confere a Mostra Brasil IV, composta por curtas de ficção, documentários e até mesmo uma animação, todos nacionais, de diversas partes do país. Em seguida, às 21 horas, a Mostra Brasil V traz mais três curtas que desenham um panorama da produção nacional contemporânea. Já as 22:30, é hora de dar uma pequena volta ao mundo com a Mostra Internacional II, que traz filmes de países como França, Argentina, Rússia, Espanha, Alemanha e Turquia. E fechando com chave de ouro, temos a famigerada Sessão da Meia-Noite, composta por cinco assustadores curtas que devem agradar os fiéis amantes do cinema de terror, todos nacionais e proibidos para menores. Só os fortes sobreviverão!

E vale lembrar que além das sessões de curtas, a noite de hoje ainda conta com duas atividades paralelas super bacanas. Às 18:30, a Moema estará na frente do cinema colhendo depoimentos do público que frequenta a mostra para o projeto “Amador”.  Vem contar sua história para a gente!  Mais tarde, à partir das 21:30, ocorrerá mais uma MOSCA NOS CÉUS, em parceria com o Observatório Centauro, no Jardim do Espaço Cultural. Já às 1:00 da manhã, no Salão do Cassino, você pode conferir a performance-instalação “O cinema explica tudo!”.
Não dá pra perder, né?

Vem passar a noite com a gente!

Mosca

Abertura Oficial da MOSCA 9 – 08/10

Logo menos tem início a MOSCA 9 ( 9ª Mostra Audiovisual de Cambuquira), nas instalações do antigo Cine Elite, em Cambuquira, MG. A abertura oficial do evento acontecerá às 19h.

A sessão inaugural deste ano ficará por conta da Mostra Brasil I – Sessão Cambuquira, que trará para o público realizações locais. Na sequência teremos a Mostra Internacional I que encerrará a noite. Lembrando sempre que, após as sessões, são realizados debates acerca das obras visualizadas.

A Mosca chega a seu nono ano e você também é parte da nossa história. Venha prestigiar a MOSCA 9, traga a família, os amigos, vamos ocupar o Cine Elite com arte!

Fique por dentro da nossa programação: http://issuu.com/mostramosca/docs/mosca9_2/1?e=10671875%2F9573891

Programação completa da MOSCA 9

Está no ar programação completa da MOSCA 9!

Serão exibidos 86 curtas-metragens nas MOSTRAS: Brasil, Internacional e Infanto-juvenil; Sessão da Meia-noite e Sessão Cambuquira entre eles. A programação conta ainda com oficinas (inscrições abertas!), debates, exposições, restaurante e shows, e atividades para crianças de todas as idades.

Confira no site http://www.mostra.mosca.com.br .

E acesse o Release.

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OFICINAS DA MOSCA 9

INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DAS OFICINAS DA MOSCA 9! 

Este ano teremos INTERPRETAÇÃO; Realização Audiovisual na oficina LUGARES DE MEMÓRIA; comunicação e produção em EU COM O MUNDO: MÍDIAS DIGITAIS E EMPODERAMENTO SOCIAL; e para crianças (de 7 a 70 anos) ANIMAÇÃO PIXILATION, um novo módulo pra quem já fez stop motion no ano passado, ou pra quem quer começar a animar.

As inscrições são gratuitas! Mas as vagas são limitadas.

COMO SE INSCREVER: Você pode fazer a inscrição pessoalmente no Espaço Cultural Sinhá Prado (Av. Virgílio de Melo Franco, 481 – Cambuquira) ou por email.

1. No Espaço Cultural em algum desses horários de atendimento: (sex, 26/9) das 14h00 às 17h00 / (sáb, 27/9) das 11h00 às 14h00  / (seg, 29/9) das 11h00 às 14h00 | 1500h às 17h00

2. Pelo email: espacoculturalsinhaprado@gmail.com Envie-nos um email com o título da oficina no assunto do email e seus dados completos: nome completo, idade, telefone, endereço completo.

As vagas serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição. Portanto, não perca tempo! Serão considerados emails recebidos apenas partir sexta, 26/9 às 14h00. Todas as oficinas são gratuitas.

INTERPRETAÇÃO

Ministrada por Diogo Mattos

Aulas práticas que visam estimular a imaginação, sensibilização e percepção quanto a si mesmo e as arte de atuar. Contará com gravação de cenas para um falso documentário (Mockumentary).

Idade Mínima: 14 anos  |  Número de vagas: 30  |  Local: Salão do Cassino  |  Carga horária: 9 horas

Horários:

Quinta, 09/10: 14h às 17h

Sexta, 10/10: 14h às 17h

Sábado, 11/10: 10h às 13h

Diogo Mattos é graduado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos. Ator formado pelo Studio Beto Silveira já acompanha as atividades da escola há 10 anos onde ministra aulas para Oficina Infantil e o Curso Profissionalizante. Dirigiu curtas metragens (Meu Amigo Girassol, Liberdade Futebol Clube), peças de teatro (Lucas e o Grande Teatrologista, Ploc – A borboleta mais linda que já vi, Quando (H)ouve, Bang Bang Você Morreu). Preparou o elenco infantil do filme “Os Amigos” de Lina Chamie (2014).

LUGARES DE MEMÓRIA

Ministrada por André Bomfim e Tereza Ruiz

Oficina teórica e prática de realização audiovisual a partir de memórias e histórias pessoais relacionadas a um lugar. Os alunos terão a oportunidade de conhecer filmes e vídeos com viés autobiográfico e realizarão um curta-metragem passando pelas seguintes etapas: argumento, roteiro, planejamento e gravação. Todos os participantes devem trazer um objeto pessoal de livre escolha e fotografias de pessoas e lugares com os quais tenham uma ligação afetiva. Sugerimos que aqueles que possuam celulares e câmeras digitais tragam seus aparelhos.

Idade Mínima: 15 anos  |  Número de vagas: 15  |  Local: Espaço Cultural Sinhá Prado  |  Carga horária: 20 horas

Horários:

Quinta, 09/10: 9h30 às 12h30 e 14h às 18h

Sexta, 10/10: 9h30 às 12h30 e 14h às 18h

Sábado, 11/10: 9h30 às 12h30 e 14h às 17h

André Bomfim é formado em Audiovisual pela Universidade de São Paulo. Dirigiu o documentário em média-metragem “As Incríveis histórias de um navio fantasma” para o canal ESPN e o programa “O Papel da Vida” para o Canal Brasil. Montou o curta-metragem de ficção “Os Irmãos Mai” de Thais Fujinaga e o longa-metragem documental “Consideração do Poema” de Gustavo Rosa de Moura, Eucanaã Ferraz e Flávio Moura. É sócio da Mira Filmes, onde trabalha como diretor e montador.

Tereza Ruiz é formada em Audiovisual e Letras pela Universidade de São Paulo. Trabalhou como produtora em programas televisivos da TVCultura e em produções cinematográficas de curta-metragem, e como pesquisadora nos documentários “Em Trânsito” de Henri Gervaiseau e “O Bom Retiro é o mundo” de André Klotzel. Foi proponente e professora em oficinas de produção audiovisual na Escola de Aplicação da USP e no Circo Escola São Remo. Atua como pesquisadora e educadora em projetos de memória e história de vida do Museu da Pessoa.

EU COM O MUNDO: MÍDIAS DIGITAIS E EMPODERAMENTO SOCIAL

Ministrada por Alexandre Félix e Pâmella Albuquerque

Oficina prática e teórica sobre atuação social a partir de mídias digitais. A oficina mostra aos participantes como é possível colaborar com a valorização e comunicação da sua cidade produzindo um documentário utilizando apenas um celular e um programa de edição gratuito.

Os participantes irão produzir um documentário utilizando um celular e um programa de edição livre. Serão expostos exemplos de filmes produzidos através de celulares, e alguns movimentos sociais no Brasil e no mundo que tiverem a participação direta do uso de vídeos feitos a partir de um celular. A oficina mostra aos participantes como usar as novas mídias para colaborar com a valorização e comunicação da sua cidade. O foco da oficina está no processo de produção do documentário e sua capacidade de interação entre pessoas e iniciativas sociais.

Idade Mínima: 15 anos  |  Número de vagas: 10  |  Local: Espaço Cultural Sinhá Prado  |  Carga horária: 18 horas

Horários:

Quinta, 09/10: 9h às 12h e 14h às 18h

Sexta, 10/10: 9h às 12h e 14h às 18h

Sábado, 11/10: 9h às 13h

Alexandre Félix é formado em Comunicação Social, Faculdade Estácio de Juiz de Fora – 2010. Diretor/Produtor Audiovisual na Escadas Produções. Diretor dos curtas “Na Companhia de Caronte”, “Em uma tarde de Abril em Cambuquira”, “Chão e Fé” e “Escadaria”, todos premiados em edições anteriores da MOSCA.

Pâmella Albuquerque é pós-graduada em Comunicação Social pela UFJF. Ministra oficinas com os temas mídias digitais e cultura colaborativa.

OFICINA DE ANIMAÇÃO | PIXILATION

Ministrada por Michel Geraissate e Natalia Vaz

Oficina prática de introdução ao Pixilation (técnica de animação quadro a quadro) para crianças e adolescentes. Através de fotografias, os participantes criarão histórias animadas, onde eles mesmos serão os protagonistas de seus filmes.

Várias turmas de até 10 participantes cada  |  Idade mínima: 7 anos  |  Local: Espaço Cultural Sinhá Prado  |  Carga horária: 2h

Horários:

Sexta, 10/10 – TURMA1: 10h às 12h  |  TURMA 2: 14h às 16h  | TURMA 3: 16h às 18h

Sábado, 11/10 – TURMA 4: 10h às 12h  |  TURMA 5: 14h às 16h  |  TURMA 6: 16h às 18h

Michel Geraissate é formado em Comunicação Social e estudante de Letras, mescla o trabalho de redator e roteirista nos canais FOX com oficinas de animação ministradas em escolas, unidades do Sesc-SP e espaços que atendem crianças e adolescentes.

Natalia Vaz é cenógrafa, bonequeira, diretora de arte e animadora, tendo realizado trabalhos para peças de teatro, cinema, televisão, vídeos para a internet e campanhas publicitárias (portfolio).

Estamos te esperando!