MOSCA 6½ em ARARAQUARA – SP – 02 a 05 de junho

De 02 a 05 de junho de 2012, a MOSCA integra a programação do X Território da Arte, de Araraquara-SP, com exibições na Casa da Cultura.

Sessões para crianças, jovens e adultos! Entrada gratuita!

Clique e veja a programação completa dos filmes que serão exibidos AQUI.

Serviço:
MOSCA 6 ½ em Araraquara – SP – X Território da Arte
Data: 02, 04 e 05 de junho de 2012
Local: Sala Jean Paul Sartre – Casa da Cultura de Araraquara
Entrada gratuita.

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MOSCA 6½ em Três Corações-MG – 7 a 10 de setembro de 2011

Entre 7 e 10 de setembro acontece na Viraminas Associação Cultural a primeira itinerância da MOSCA 6½ na região de Cambuquira. Nossos parceiros do Viraminas, de Três Corações exibirão os programas da MOSCA 6½
na sede do Ponto de Cultura Viraminas, conhecido também como Museu da Oralidade – Rua Padre José Bueno, 170 – Três Corações-MG.

Assim como em Cambuquira, as sessões tem entrada gratuita filmes de curta-metragem pra todas as idades!

Baixe aqui a programação completa: MOSCA 6meio_PROG_TresCorações

 

 

Programação

QUA, 07/09

19h30 – Sessão Jovem

classificação livre

 

TUDO QUE É SÓLIDO PODE DERRETER, de Rafael Gomes, 2005, 16′, fic, SP

Aos 15 anos, Débora compartilha com Hamlet as dores e dúvidas da adolescência.

UM LUGAR COMUM, de Jonas Brandão, 2009, 10′, ani, SP

A extrovertida Marina e o desajeitado Zezé se conhecem e juntos plantam uma bela árvore, que se torna o símbolo de sua amizade. O filme acompanha o crescimento das crianças e seus desencontros neste mesmo lugar comum.

MODERNA IDADE, de Marcelo Carvalho Marques (Oficinas Kinoforum), 2009, 9′, doc, SP

Senhores e senhoras com juventude acumulada estão conectados virtualmente, mostrando sempre que é tempo de aprender, conhecer e adaptar-se às novas tecnologias.

KAHEHIJÜ ÜGÜHÜTU, O MANEJO DA CÂMERA, do Coletivo Kuikuro de Cinema, 2007, 17′, doc, MT

O cacique Afukaká, dos índios Kuikuro no Alto Xingu, conta a sua preocupação com as mudanças culturais da sua aldeia e seu plano de registro das tradições do seu povo, e os jovens cineastas indígenas narram as suas experiências nesse trabalho.

ESPORTE EM MARCHA

Cine jornal dos Jogos Abertos de Cambuquira de 1948/49. Restaurado e digitalizado (2009) por Johnny e Marco Antonio Resende de Oliveira. Exibição de 2 episódios. 5′, doc, Cambuquira/MG.

RUA DAS TULIPAS, de Alê Camargo, 2007, 10′, ani, DF

Um grande inventor acostumado a criar soluções para todos os moradores de sua rua, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa.

QII, 08/09

 19h30 – Sesssão de curtas 

classificação 16 anos


HIATO, de Vladimir Seixas, 2008, 20′, doc, RJ

Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

O ASSASSINO DO BEM, de Hiro Ishikawa e Thiago Pedroso, 2010, 13′, fic, SP

Se ele te matou, é porque você é chato!

ESPETO, de Guilherme Marback e Sara Silveira, 2006, 16′, fic, SP

Espeto é uma comédia de humor negro, que conta a história de um garçom capaz de fazer qualquer coisa para subir na vida.  O seu grande sonho é servir picanha, a mais nobre das carnes. Por enquanto, ele serve lingüiça. Para atingir seu objetivo, ele será capaz de cometer crimes com requintes de crueldade.

BALANÇOS E MILKSHAKES, de Erick Ricco e Fernando Mendes, 2010, 9’55”, ani, MG

Um amor vivido por duas crianças é lembrado por um narrador.

DOSSIÊ RÊ BORDOSA, de César Cabral, 16′, 2008, ani/doc, SP

Fama? Ego inflado? Espírito de porco? Quais os reais motivos que levaram Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação?

A ÚLTIMA DO AMIGO DA ONÇA, de Terêncio Porto, 2005, 18′, fic, RJ

Encontro do cartunista Péricles de Andrade Maranhão com sua criatura, o Amigo da Onça, no último dia do ano de 1961.

 

SEX, 09/09 

19h30 – Sessão de curtas

classificação livre

BOCA NO LIXO, de Lígia Benevides e Marcela Borela, 2007, 20′, doc, GO

Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade.

FABULÁRIO GERAL DE UM DELÍRIO CURITIBANO, de Juliana Sanson, 2007, 16′, fic, PR

Mulher acorda com uma frase que se repete obsessivamente em sua cabeça e, angustiada, decide sair de casa e se distrair. Num esforço de se livrar da tal frase, faz reflexões que deixam transparecer, além de seu estado de espírito, algumas características da cidade em que vive.

A VINGANÇA DO NINJA 2, de Leonardo de Andrade, 2006, 19’50”, fic, SP

De posse de Ratchatchara, o terrível Dark Ninja liberta o antigo líder do Clã Escorpião Maligno! Poderá Capitão John Russel e seu parceiro Machadinha deter o terrível vilão?

NA COMPANHIA DE CARONTE, de Alexandre Felix e Delson Robson, 2006, 8′, exp, Cambuquira/MG

No caminho entre a última vida e o inferno, a personagem se depara com os traumas e conflitos da sua vida passada.

SATORI USO, de Rodrigo Grota, 2007, 17’45”, fic, PR

Um poeta das sombras, um cineasta sem filmes e uma musa enigmática. Um “documentário” sobre um poeta que nunca existiu apresentado por um cineasta imaginário.

MEU NOME É PAULO LEMINSKI, de Cezar Migliorim, 2004, 04’30”, exp, RJ

Embate entre pai e filho em torno de poesia de Paulo Leminski. Tudo o que eu faço, alguém em mim que eu desprezo sempre acha o máximo, mal rabisco, não dá mais para mudar nada, já é um clássico.

 

SÁB, 10/09

 19h – Sessão de curtas

classificação livre

 

O HOMEM DA ÁRVORE, de Paula Mercedes, 2006, 19′, doc, DF/SP

Ex-presidiário e evangélico, Mário instalou sua moradia no alto de uma árvore em Brasília, de onde se avistam o Palácio do Planalto e vários ministérios. Ali, ele busca provar sua inocência enquanto sobrevive catando latinhas nos lixos das embaixadas.

HOMEOSTASE, de Gabriel Lemes de Souza, 2008, 21′, exp, Cambuquira/MG

O jovem Pedro sai pelo mundo à procura de um sentido para sua vida. Sem esperar, defronta com o passado. Acaba se vendo obrigado a entender aquilo que não havia compreendido antes! Uma bela viagem pelas simples delícias da vida!

ENGANO, de Cavi Borges, 2008, 12′, fic, RJ

Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos-seqüência.

DOS RESTOS E DAS SOLIDÕES, de Petrus Cariry, 2006, 13′, doc, CE

No meio da caatinga profunda de Inhamuns, a terra mais seca e pobre do Ceará, vagando entre as ruínas e as sombras, vive Dona Laura, com seus 70 anos, remoendo memórias e dores. O presente é desolação e decadência; o passado é uma lembrança.

TYGER, de Guilherme Marcondes, 2006, 04’30”, ani, SP

Um enorme tigre aparece misteriosamente numa grande cidade. Ele vai revelar a realidade escondida numa noite que poderia ter sido como qualquer outra.

CLAIRELUMIÈRE, de Carolina Gonçalves, 2003, 11′, fic, França

Clara é surda. Ou melhor, tem um jeito particular de perceber os sons. A descoberta do amor vai fazer com que ela mergulhe em suas lembranças e descubra sua música interior.

O ANÃO QUE VIROU GIGANTE, de Marão, 2008, 10′, ani, RJ

A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.

 

21h – Sessão de curtas

classificação 14 anos

DE VOLTA A TERRA BOA, de Mari Corrêa e Vincent Carelli, 2008, 15′, doc,

Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.

EM UMA TARDE DE ABRIL EM CAMBUQUIRA, de Alexandre Felix, 2009, 5’20”, exp, Cambuquira/MG

Um olhar sobre a cidade de Cambuquira. Exaltação da beleza local em contraste com o marasmo e a falta de iniciativa dos moradores em relação à situação crítica desta cidadezinha nostálgica.

CODA, de Marcos Camargo, 2008, 8′, ani, SP

Três bailarinas estão chegando em suas casas. Sozinhas com seus próprios delírios… ou seriam suas verdades fantasiadas?

AVÓS, de Michael Wahrmann, 2009, 12′, fic, SP

No seu décimo aniversário, Leo descobre que Mônica Lewinsky é judia, que Clinton é o presidente da América, que os números nos braços dos avós são os responsáveis por ele ser gordinho e que a câmera Super 8 que ganhou do seu avô não serve para mais nada.

ALGUMA COISA ASSIM, de Esmir Filho, 2006, 15′, fic, SP

Caio e Mari, dois adolescentes, saem à noite pelas ruas de São Paulo em busca de diversão. Entre sons e silêncios, descobrem mais sobre si mesmos.

MEU AMIGO GIRASSOL, de Claudia Cortez e Diogo Fernandes, 2002, 8′, fic, SP

Garoto, ao encontrar sua mãe sendo espancada pelo pai, deposita toda sua esperança em salvar sua mãe em uma amizade incomum.

ALÔ, TOCAYO, de Lula Carvalho e Renato Martins, 2007, 22′, doc, Cuba

Curta-metragem feito na cidade de Havana, Cuba. São as impressões sobre tudo aquilo que foi visto, e principalmente sentido durante os oito dias vividos na ilha. A narrativa se dá através de uma mãe cubana, Mirian Torres, que apresenta a sua família e a sua história de vida, e nos convida a uma reflexão sobre o mundo que vivemos hoje.

 Entrada Franca!

Fique por dentro das itinerâncias da MOSCA 6 ½

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Realização: Espaço Cultural Sinhá Prado |  Mostra Audiovisual de Cambuquira-MG

Parceria: Viraminas Associação Cultural | Museu da Oralidade


 

A MOSCA vai à São Carlos: SEDA Sanca 2011 e Cine Gonzaguinha

Entre 17 e 23 de agosto ocorreu em São Carlos, interior de São Paulo mais uma edição da SEDA – Semana do Audiovisual, promovida pelo Massa Coletiva e Clube de Cinema Fora do Eixo.

Lá ocorreu a primeira sessão dos curtas das oficinas da MOSCA fora de Cambuquira. A sessão da MOSCA 6½ – OFICINAS DA MOSCA foi exibida no Cine Gonzaguinha.

O Cine Gonzaguinha, acontece no bairro Jd Gonzaga, periferia de São Carlos. É um projeto do GECEPop em parceria com o Recid (Rede de Educação Cidadã) e Massa Coletiva.

Em uma sessão lotada de crianças e adultos, o público assistiu  os 13 curtas produzidos na MOSCA entre 2006 e 2007, e o videoclipe do grupo de rap SEM MEDO, produzido na Oficina de Realização de Videoclipe da SEDA SANCA, ministrada por Carou Araújo e Josinaldo Medeiros. Obrigada a todos os organizadores do Cine Gonzaguinha pelo convite!

Visite: http://cinegonzaguinha.blogspot.com/

Na noite de 20 de agosto, as experiências da MOSCA foram apresentadas no debate Observatório FdE: Novas tecnologias e novos modos de produção e articulação no Audiovisual , com transmissão ao vivo na internet no programa Pós Cine , da #PósTV.

A mesa de debate mediada por Rafael Rolim, contou com Ananda Guimarães – Organizadora da Mostra Audiovisual de Cambuquira (MOSCA); Andressa Marques Theophane Pappas – Assessora do Gabinete da Secretária do Audiovisual (SAV); Bruno Maceió – Coordenador-geral de Desenvolvimento Sustentável do Audiovisual (SAV) e Cezar Migliorin – Professor do Departamento de Cinema e do Programa de Pós em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Confira a cobertura do debate no site da SEDA Sanca 2011:

http://sedasanca2011.wordpress.com/2011/08/22/observatorio-cdc/#more-452

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Obrigada a todos!

E até breve, São Carlos!

 

Intercâmbio de curtas-metragens

Ao mesmo tempo que a MOSCA 6½ se prepara para sair em itinerância para outras cidades, a MOSCA e o Benedita Cineclube recebem em Cambuquira a itinerância do 12º Festival de Curtas de Belo Horizonte.

O festival de Belo Horizonte divulga no dia 31 de agosto a seleção dos filmes que exibirá este ano, em sua 13ª edição. Enquanto isso, a programação do festival do ano passado circula por Minas Gerais, passando por cidades como Juiz de Fora, Uberlândia, Cordisburgo,  Araçuaí,  Cataguases, Guaxupé, Nova Lima, Pirapora, Taiobeiras e Cambuquira; encontrando novos espectadores e reexibindo uma excelente programação que conta com curtas nacionais e internacionais.

As sessões se dividem em Curta Jovem, Infantil, Premiados Internacionais, Mostra Brasil, Mostra Minas, Animação e Sessão Maldita. A programação completa está no blog do Benedita Cineclube: clique aqui

Esta já é a 2ª itinerância que o Espaço Cultural Sinhá Prado sedia este ano. Em 2010 e 2011 fizemos parte do circuito do FORUMDOC.MG, festival de documentários que completará 15 anos entre 24 de novembro e 04 de dezembro.

O Espaço Cultural Sinhá Prado fica na Av. Virgílio de Melo Franco, 481 – Cambuquira-MG

Todas as sessões são gratuitas!

Mais informações sobre os filmes em exibição: www.beneditacineclube.wordpress.com

A MOSCA 6½ APENAS COMEÇOU

No último fim de semana, Cambuquira sediou a abertura da MOSCA 6½. A programação contou com três dias de sessões, ótimos debates, clubinho e Café da MOSCA. Agora a MOSCA sai para itinerâncias, ocupando outros espaços culturais, cineclubes e salas de aula do país.

Entre 7 e 10 de setembro, a Associação Cultural Viraminas recebe a MOSCA 6½ Três Corações.

Aqui no blog você pode acompanhar o trajeto que a MOSCA vai fazer por aí. Aguarde datas de itinerâncias em Campanha-MG, Lambari-MG, Pouso Alegre-MG, Américo Brasiliense-SP, Araraquara-SP…

Interessados em receber a itinerância MOSCA 6½, escrevam para o email espacoculturalsinhaprado@gmail.com

Para saber mais sobre a MOSCA 6½ Cambuquira, dê uma passada no nosso flickr e veja as fotos de Mateus Rios: http://www.flickr.com/photos/mostramosca

Até breve!

Equipe MOSCA

Clubinho da MOSCA

PROGRAMAÇÃO MOSCA 6½

Entre 28 e 30 de julho, a MOSCA 6½ exibirá 50 curtas-metragens. 38 foram selecionados entre os curtas exibidos em todas as edições da Mostra Audiovisual de Cambuquira, e 12 são trabalhos realizados durante as oficinas da MOSCA entre 2006 e 2010.

Os 38 curtas selecionados se destacaram de alguma forma na programação, mas não foi nada fácil compor essa seleção, uma vez que todos os 398 curtas exibidos foram muito importantes pra história da MOSCA. Agradecemos a todos os realizadores que já nos confiaram seus filmes, e esperamos ter outras oportunidades para exibí-los.

E que venham os filmes!

baixe aqui a programação em pdf: MOSCA 6½

 28/julho 

QUINTA 19h – classificação livre

CINE ELITE – UM SONHO POSSÍVEL, 13′, doc, Cambuquira/MG – Documentário realizado na oficina ‘Produção de documentário’ durante a MOSCA 2.

TALVEZ AMANHÃ, 2’37’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Produção de vídeo de ficção’ durante a MOSCA 2.

SINHÁ PRADO, 14′, doc, Cambuquira/MG – Documentário realizado na oficina ‘Produção de documentário’ durante a MOSCA 3.

O CAIPIRA, 3’31’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

FÁBULA RASA, 3’18’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

VIAGEM NO TEMPO, 3’37’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

JORNAL DA MOSCA, 8’32’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: produção de TV’ durante a MOSCA 5.

A ESPERA, 8’13’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: adaptação literária – do conto ao curta’ durante a MOSCA 6.

CONFISSÃO, 8’23’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: adaptação literária – do conto ao curta’ durante a MOSCA 6.

VIDEODANÇA, 3’14’’, exp, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Videodança’ durante a MOSCA 6.

RECREAÇÃO EM VIDEODANÇA, 3’35’’, exp, Cambuquira/MG  – Vídeo realizado na oficina ‘Videodança’ durante a MOSCA 6.

FOTOGRAFIA PINHOLE, 2’33’’, Cambuquira/MG – Vídeo das fotografias tiradas na oficina ‘Fotografia pinhole’ durante a MOSCA 6.

29/julho 

SEXTA 20h  – classificação livre

BOCA NO LIXO, de Lígia Benevides e Marcela Borela, 2007, 20′, doc, GO

Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade.

FABULÁRIO GERAL DE UM DELÍRIO CURITIBANO, de Juliana Sanson, 2007, 16′, fic, PR

Mulher acorda com uma frase que se repete obsessivamente em sua cabeça e, angustiada, decide sair de casa e se distrair. Num esforço de se livrar da tal frase, faz reflexões que deixam transparecer, além de seu estado de espírito, algumas características da cidade em que vive.

A VINGANÇA DO NINJA 2, de Leonardo de Andrade, 2006, 19’50”, fic, SP

De posse de Ratchatchara, o terrível Dark Ninja liberta o antigo líder do Clã Escorpião Maligno! Poderá Capitão John Russel e seu parceiro Machadinha deter o terrível vilão?

NA COMPANHIA DE CARONTE, de Alexandre Felix e Delson Robson, 2006, 8′, exp, Cambuquira/MG

No caminho entre a última vida e o inferno, a personagem se depara com os traumas e conflitos da sua vida passada.

SATORI USO, de Rodrigo Grota, 2007, 17’45”, fic, PR

Um poeta das sombras, um cineasta sem filmes e uma musa enigmática. Um “documentário” sobre um poeta que nunca existiu apresentado por um cineasta imaginário.

MEU NOME É PAULO LEMINSKI, de Cezar Migliorim, 2004, 04’30”, exp, RJ

Embate entre pai e filho em torno de poesia de Paulo Leminski. Tudo o que eu faço, alguém em mim que eu desprezo

SEXTA 22h  – classificação 16 anos

HIATO, de Vladimir Seixas, 2008, 20′, doc, RJ

Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

O ASSASSINO DO BEM, de Hiro Ishikawa e Thiago Pedroso, 2010, 13′, fic, SP

Se ele te matou, é porque você é chato!

ESPETO, de Guilherme Marback e Sara Silveira, 2006, 16′, fic, SP

Espeto é uma comédia de humor negro, que conta a história de um garçom capaz de fazer qualquer coisa para subir na vida. O seu grande sonho é servir picanha, a mais nobre das carnes. Por enquanto, ele serve lingüiça. Para atingir seu objetivo, ele será capaz de cometer crimes com requintes de crueldade.

BALANÇOS E MILKSHAKES, de Erick Ricco e Fernando Mendes, 2010, 9’55”, ani, MG

Um amor vivido por duas crianças é lembrado por um narrador.

DOSSIÊ RÊ BORDOSA, de César Cabral, 16′, 2008, ani/doc, SP

Fama? Ego inflado? Espírito de porco? Quais os reais motivos que levaram Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação?

A ÚLTIMA DO AMIGO DA ONÇA, de Terêncio Porto, 2005, 18′, fic, RJ

Encontro do cartunista Péricles de Andrade Maranhão com sua criatura, o Amigo da Onça, no último dia do ano de 1961.

30/julho 

SÁBADO 14h30 – sessão infantil – classificação livre

A TRAÇA TECA, de Diego Doimo, 2002, 8′, fic, SP

Dentro do armário da costureira Jacira, em um velho casaco laranja, vive Teca, uma curiosa tracinha e seu ácaro de estimação Tuti. Quando a costureira vai devolver um livro na biblioteca, leva por engano Teca e Tuti em seu casaco.

O SAPO, de Adolfo Sarkis, 2006, 17′, fic, RJ

Para se aproximar da garota de seus sonhos, o pequeno Lucas terá que viver um papel muito curioso.

HISTORIETAS ASSOMBRADAS (PARA CRIANÇAS MALCRIADAS), de Victor Hugo Borges, 2005, 16′, ani, SP

As histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

ELE, do s alunos da Rede Municipal de Ensino de Vitória, 2007, 13′, ani, ES

Ele é o cara.

BICHO, de Vitor Brandt, 2008, 14′, fic, SP

Carlos adora os animais, mas sua mãe os odeia. Ela sempre dá um jeito de se livrar deles. Agora, ele encontrou um bicho diferente e, dessa vez, a história irá terminar de outra maneira.

ERNESTO NO PAÍS DO FUTEBOL, de André Queiroz e Thaís Bologna, 2009, 15′, fic, SP

Em ano de Copa do Mundo, o que poderia ser pior para um menino argentino do que morar no Brasil?

SÁBADO 17h  – classificação livre

TUDO QUE É SÓLIDO PODE DERRETER, de Rafael Gomes, 2005, 16′, fic, SP

Aos 15 anos, Débora compartilha com Hamlet as dores e dúvidas da adolescência.

UM LUGAR COMUM, de Jonas Brandão, 2009, 10′, ani, SP

A extrovertida Marina e o desajeitado Zezé se conhecem e juntos plantam uma bela árvore, que se torna o símbolo de sua amizade. O filme acompanha o crescimento das crianças e seus desencontros neste mesmo lugar comum.

MODERNA IDADE, de Marcelo Carvalho Marques (Oficinas Kinoforum), 2009, 9′, doc, SP

Senhores e senhoras com juventude acumulada estão conectados virtualmente, mostrando sempre que é tempo de aprender, conhecer e adaptar-se às novas tecnologias.

KAHEHIJÜ ÜGÜHÜTU, O MANEJO DA CÂMERA, do Coletivo Kuikuro de Cinema, 2007, 17′, doc, MT

O cacique Afukaká, dos índios Kuikuro no Alto Xingu, conta a sua preocupação com as mudanças culturais da sua aldeia e seu plano de registro das tradições do seu povo, e os jovens cineastas indígenas narram as suas experiências nesse trabalho.

ESPORTE EM MARCHA 

Cine jornal dos Jogos Abertos de Cambuquira de 1948/49. Restaurado e digitalizado (2009) por Johnny e Marco Antonio Resende de Oliveira. Exibição de 2 episódios. 5′, doc, Cambuquira/MG.

RUA DAS TULIPAS, de Alê Camargo, 2007, 10′, ani, DF

Um grande inventor acostumado a criar soluções para todos os moradores de sua rua, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa.

SÁBADO 19h  – classificação 14 anos

DE VOLTA A TERRA BOA, de Mari Corrêa e Vincent Carelli, 2008, 15′, doc,

Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.

EM UMA TARDE DE ABRIL EM CAMBUQUIRA, de Alexandre Felix, 2009, 5’20”, exp, Cambuquira/MG

Um olhar sobre a cidade de Cambuquira. Exaltação da beleza local em contraste com o marasmo e a falta de iniciativa dos moradores em relação à situação crítica desta cidadezinha nostálgica.

CODA, de Marcos Camargo, 2008, 8′, ani, SP

Três bailarinas estão chegando em suas casas. Sozinhas com seus próprios delírios… ou seriam suas verdades fantasiadas?

AVÓS, de Michael Wahrmann, 2009, 12′, fic, SP

No seu décimo aniversário, Leo descobre que Mônica Lewinsky é judia, que Clinton é o presidente da América, que os números nos braços dos avós são os responsáveis por ele ser gordinho e que a câmera Super 8 que ganhou do seu avô não serve para mais nada.

ALGUMA COISA ASSIM, de Esmir Filho, 2006, 15′, fic, SP

Caio e Mari, dois adolescentes, saem à noite pelas ruas de São Paulo em busca de diversão. Entre sons e silêncios, descobrem mais sobre si mesmos.

MEU AMIGO GIRASSOL, de Claudia Cortez e Diogo Fernandes, 2002, 8′, fic, SP

Garoto, ao encontrar sua mãe sendo espancada pelo pai, deposita toda sua esperança em salvar sua mãe em uma amizade incomum.

ALÔ, TOCAYO, de Lula Carvalho e Renato Martins, 2007, 22′, doc, Cuba

Curta-metragem feito na cidade de Havana, Cuba. São as impressões sobre tudo aquilo que foi visto, e principalmente sentido durante os oito dias vividos na ilha. A narrativa se dá através de uma mãe cubana, Mirian Torres, que apresenta a sua família e sua história de vida, e nos convida a uma reflexão sobre o mundo que vivemos hoje.

SÁBADO 21h  – classificação livre

O HOMEM DA ÁRVORE, de Paula Mercedes, 2006, 19′, doc, DF/SP

Ex-presidiário e evangélico, Mário instalou sua moradia no alto de uma árvore em Brasília, de onde se avistam o Palácio do Planalto e vários ministérios. Ali, ele busca provar sua inocência enquanto sobrevive catando latinhas nos lixos das embaixadas.

HOMEOSTASE, de Gabriel Lemes de Souza, 2008, 21′, exp, Cambuquira/MG

O jovem Pedro sai pelo mundo à procura de um sentido para sua vida. Sem esperar, defronta com o passado. Acaba se vendo obrigado a entender aquilo que não havia compreendido antes! Uma bela viagem pelas simples delícias da vida!

ENGANO, de Cavi Borges, 2008, 12′, fic, RJ

Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos-seqüência.

DOS RESTOS E DAS SOLIDÕES, de Petrus Cariry, 2006, 13′, doc, CE

No meio da caatinga profunda de Inhamuns, a terra mais seca e pobre do Ceará, vagando entre as ruínas e as sombras, vive Dona Laura, com seus 70 anos, remoendo memórias e dores. O presente é desolação e decadência; o passado é uma lembrança.

TYGER, de Guilherme Marcondes, 2006, 04’30”, ani, SP

Um enorme tigre aparece misteriosamente numa grande cidade. Ele vai revelar a realidade escondida numa noite que poderia ter sido como qualquer outra.

CLAIRELUMIÈRE, de Carolina Gonçalves, 2003, 11′, fic, França

Clara é surda. Ou melhor, tem um jeito particular de perceber os sons. A descoberta do amor vai fazer com que ela mergulhe em suas lembranças e descubra sua música interior.

O ANÃO QUE VIROU GIGANTE, de Marão, 2008, 10′, ani, RJ

A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.