As oficinas da Estação Animação

Nosso projeto de oficinas de introdução à animação, a Estação Animação, que nasceu durante a itinerância da MOSCA 7 (2012), continua em plena atividade!

Desde então, as oficinas já aconteceram em diversos espaços educativos e sociais: unidades do Sesc SP (Santana, Pinheiros e Osasco), 13 unidades das escolas de inglês Cultura Inglesa e Entry, nas bibliotecas Parque Villa-Lobos e São Paulo, ongs Casa Arte Vida (São José dos Lopes-MG) e ong Nova Cambuquira (onde fizemos um projeto em parceria – As Águas de Cambuquira), Mamusca (espaço infantil, em São Paulo-SP), Museu da Energia (Jundiaí-SP), praças públicas e na Escola Paraíso, pelo 3º ano seguido (local onde realizamos a primeira edição do projeto).

Vocês podem acompanhar as novidades da Estação Animação em www.mostramosca.com.br/estacao-animacao

E fica o convite para que conheça o material da Estação Animação, e que encaminhe-o para todas as pessoas que conhece! 😉

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Novidades da Estação Animação

Olá, amigos e amigas da MOSCA. Tudo bem?

Nós já falamos sobre a Estação Animação em um post anterior e voltamos a tocar no assunto porque estamos cheios de novidades pra compartilhar!

Estação Animação no Garagem Fab Lab

Vamos fazer uma oficina de stop motion em um laboratório de fabricação digital. A ideia é que os participantes desenhem os personagens e elementos da história em uma folha de papel, que depois serão digitalizados e enviados para a cortadora, para que eles possam ganhar vida e participar de uma história animada. Fizemos um vídeo para explicar melhor a ideia:

Se você conhece alguém que estará em São Paulo entre os dias 30 e 31 de janeiro, essa oficina já está com as inscrições abertas – e só acontecerá caso tenhamos um mínimo de alunos por turma, então precisamos divulgar bastante!

Estação Animação no Sesc Pinheiros

Logo na sequência da oficina no Fab Lab, nós faremos a primeira de três oficinas de stop motion e flipbook no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Estaremos por lá nos dias 01, 07 e 08 de fevereiro, das 15 às 18 horas. Então, caso conheçam alguém da cidade, ou que estará passando por lá, e que seja mãe, tia ou irmã de algum pequeno ou pequena, avise-os da oficina!

angrybirds

E esse ano novo promete! Fechamos novas datas com algumas unidades da Cultura Inglesa e em breve iniciaremos alguns projetos no Espaço Cultural Sinhá Prado, em Cambuquira, e sairemos em itinerância com a programação da MOSCA 9.

Continuaremos a compartilhar as novidades por aqui.

Um ótimo ano a todos!

Michel e Ananda

A MOSCA em Américo Brasiliense

A cidade de Américo Brasiliense, interior de São Paulo foi a primeira a receber a itinerância da MOSCA 7, que passou por vários cantos da cidade.

MOSCA na escola – EMEF Profº Virgílio Gomes

A mostra começou na EMEF Prof. Virgílio Gomes (bairro Vista Alegre) e na EE Profª Dinorá Marcondes Gomes (Centro), onde foram exibidas várias sessões para crianças e adolescentes, que observaram atentos aos curtas exibidos. Na noite de quinta e sexta-feira, a MOSCA esteve no Auditório do Centro Pedagógico Novênio Pavan, e além de público da cidade, recebeu os estudantes e as professoras do curso noturno da escola Dinorá Marcondes Gomes.

EE Profª Dinorá Marcondes Gomes

No sábado foi a vez da Escola Paraíso, parceira na produção do que batizamos como Quermesse Audiovisual. Crianças e adultos puderam assistir os curtas da MOSCA em exibição nas próprias salas de aula; gravaram e fotografaram na estação doc e estação animação; desenharam no Clubinho da MOSCA; passearam pela escola; comeram pipoca, cachorro quente e dessa vez: sorvetes, uma cortesia da Jundiá Sorvetes.

Sessão na sala de aula da Escola Paraíso

As sessões realizadas nas escolas e no auditório parecem ter reproduzido um pouquinho do que é a MOSCA em Cambuquira, objetivo cumprido! Muita prosa, reflexão sobre os curtas, alguns novos amigos grandes e pequeninos, e muita diversão estiveram por lá.

“Quando eu crescer, quero ser filmadora de câmera”. pois é, ganhamos o dia!

Agradecemos a todos os patrocinadores, colaboradores da MOSCA 7, doadores do site Catarse e aos apoiadores da itinerância Américo Brasiliense: Sorvetes JundiáPrefeitura MunicipalEscola Paraíso, à Família Pano (Dirceu, Irineu e Maria José) pelo apoio em equipamentos, à Regina e Lucinda pela divulgação, aos coordenadores e às diretoras das escolas Dinorá Marcondes Gomes e Virgílio Gomes e à toda a equipe da Escola ParaísoEscola Cor e Cuca e do Centro Pedagógico.

Fotos no fb e flickr contam um pouquinho mais dessa história

Partimos agora para Lambari-MG, de 1 a 3 de novembro.

Até breve!

Equipe MOSCA 7

Oficinas MOSCA 7

No próximo sábado, 7 de julho serão abertas as inscrições para as Oficinas da MOSCA 7!
As oficinas acontecem no período da mostra, entre 11 e 15 de julho. As inscrições são gratuitas, escolha a sua e participe!

MEMÓRIA NA TELA

O objetivo da oficina é formar pessoas para o registro de memória oral nas comunidades onde atuam, difundindo conceitos que envolvem tradição, modernidade, memória e oralidade e fomentando a criação de uma rede de agentes de memória para pensar e executar projetos. A oficina mescla teoria e prática, por meio da elaboração de um projeto de memória e sua execução em regime de mutirão, conforme experiências do Museu da Oralidade.

Ministrada por: Paulo Morais (módulo teórico). Jornalista formado pela PUC Minas com especialização em Cinema pela mesma instituição. Fundador da Viraminas Associação Cultural e do Ponto de Cultura Museu da Oralidade, em Três Corações. Dedica-se atualmente à pesquisa de história oral no interior de Minas Gerais usando tecnologias digitais e software livre. É autor do livro infanto-juvenil O Reinado de Bené e editor da revista trimestral Ora!.

Andressa Gonçalves (módulo teórico). Produtora e gestora cultural da Viraminas Associação Cultural, em Três Corações, e coordenadora pedagógica do Ponto de Cultura Museu da Oralidade. Atua na pesquisa e produção executiva de documentários com a temática da oralidade, entre eles o documentário “≠”, selecionado para a MOSCA 7. É autora dos livros Memórias Iluminadas, Memória da Educação Tricordiana e O Reinado de Bené.

Felipe Carrelli (módulo prático). Formou-se Bacharel em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2010. Dirigiu os documentário Temporão (2011), Cercado (2010) Copa em Reflexo (2010) e Janela do Madeira (2009), além do curta-metragem de ficção Aurhora (2009). Desde 2011 trabalha em São Paulo na produtora Filmes para Bailar, onde atua como montador. Participou da montagem do longa documentário Histórias de um Juruá. Atualmente participa da edição do longa metragem de ficção Delirios de Um Cinemaniaco.

Quinta-feira, 12/07 – 10h às 12h  e 14h às 16h – teórico
Sexta-feira, 13/07 – 10h às 12h – prático  |   14h – 18h – prático
Sábado, 14/07 – 10h às 12h – prático

CARGA HORÁRIA:  12 horas |  IDADE MÍNIMA: 14 anos  |  VAGAS: 15

 

REALIZAÇÃO AUDIOVISUAL: DO QUADRO AOS QUADROS

A proposta visa articular as expressões artísticas que tem como suporte a imagem: fotografia, artes plásticas, audiovisual, desenho, etc. Partindo de uma imagem estática escolhida pelos participantes da oficina, trabalharemos todo o processo de realização audiovisual: do roteiro até a exibição. O objetivo é estimular a criatividade e a capacidade de expressão em imagens e sons, além de contribuir para ampliar a criticidade do olhar nas leituras imagéticas. Ao final da oficina, teremos um produto audiovisual realizado com a colaboração dos participantes e que será exibido na sessão de encerramento da MOSCA 7.

Ministrada por:

Djalma Ribeiro Junior. Doutorando em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Educação e bacharel em Imagem e Som pela mesma universidade. Atua como Técnico de Laboratório Audiovisual do Departamento de Artes e Comunicação da UFSCar. É sócio da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Coordenador do Grupo de Estudos e Extensão em Comunicação e Educação Popular (GECEPop). Tem experiência na área de Comunicação, Educação e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: educação popular, comunicação popular, educomunicação, gestão cultural e produção audiovisual. http://audiovisualeducacao.blogspot.com

Quinta-feira, 12/7 – 14h às 18h | Sexta-feira, 13/7 – 9h às 12h e 14h às 18h | Sábado, 14/7 – 9h às 12h

CARGA HORÁRIA: 15 horas |  IDADE MINÍMA: 12 anos  |  VAGAS: 15

 

 

LIGHTPAINT EM AÇÃO

Introdução ao lightpaint no cinema de animação. A técnica “lightpaint” permite, em um ambiente escuro, a pintura da cena ou a criação de desenhos a partir de uma fonte de luz portátil, como uma lanterna. É a animação da própria luz. O resultado é uma iluminação improvável do cenário e desenhos que interagem com as personagens.

Ministrada por:

Marcos Camargo. Fotógrafo e apaixonado por cinema de animação. Dessa paixão, e por sua relação com o cinema como fotógrafo still em mais de 20 longas-metragens, nasceu seu primeiro filme, CODA, resultado das técnicas de lightpaint com animação.

Quinta-feira, 12/7 –  14h às 19h | Sexta-feira, 137/7 – 14h às 19h | Sábado, 14//7 – 10h às 14h

CARGA HORÁRIA: 14 horas  |  IDADE MÍNIMA: 15 anos  |  VAGAS: 15

  

OFICINA DE PALHAÇO

O workshop é uma introdução ao universo do Palhaço. Através de trabalhos corporais, jogos, exercícios e improvisações, o aluno entra em contato com o estado poético do palhaço, e o olhar que esse ser trás para a vida dentro da beleza do ridículo humano.

Ministrada por:

Paulo Candusso. Seu primeiro contato com o nariz foi um divisor de águas; depois que começou, não parou mais e ama o que faz. Na linguagem do palhaço, Paulo Candusso se trabalhou com Bete Dorgam, Mauricio Paoli e Alex Ratton, Lana Sultani, Francesco Zigrino, Cristiane Paoli Quito, Leris Colombaioni e Ésio Magalhães. Trabalha em hospitais de São Paulo e cidades vizinhas; faz parte do grupo Olaria GB cia de humor, cia Desajuste e cia Pequeno Circo Lúdico. Continua se trabalhando e não quer parar de se trabalhar…

Quinta, 12/7 e Sexta-Feira, 13/7 – 10h00 à 12h30  / 14h00 à 16h30

CARGA HORÁRIA: 10 horas  |  IDADE MÍNIMA: 16 anos  |  VAGAS: 20

 

 

ESSA DANÇA VAI PASSAR NO CINEMA!

Você já sonhou em ser o par de Gene Kelly ou da Cyd Charisse?
Quis dançar como Fred Astaire? Jonh Travolta? Michael Jackson? Jennifer Lopez?  Alguma vez se imaginou dançando num salão de baile? Nas montanhas? Nas quadras de basquete? Na discoteca? Na porta da escola? No meio da rua? Em cima de um carro? Num concurso? No quarto? Na lanchonete? No ponto de ônibus?

Morre de vontade de mostrar seus passinhos para as câmeras?
Já sonhou em ver sua dança exibida na tela do cinema?
Pare de imaginar! E mostre sua dança de cinema para a MOSCA!

Ministrada por:

Maria Moema Guimarães. Graduada em Pedagogia, Bailarina e Professora. Diretora do Estúdio Moema de Dança de Américo Brasiliense/SP.

Ensaios e gravações:

Quarta-feira, 11/07 | Quinta-feira, 12/07 | Sexta-feira, 13/07  – 11h às 13h

Não é necessário fazer inscrição antecipada.  |  Para todas as idades.

 

E PARA AS CRIANÇAS

Clubinho da MOSCA após as sessões infantis: desenho, pintura, oficina de palitos de sorvete e pipoca!

Não é necessário fazer inscrição antecipada.

COMO SE INSCREVER

Faça sua inscrição a partir de sábado, 7/7 (10h30 – 17h00) no Espaço Cultural Sinhá Prado

Ou envie um email para espacoculturalsinhaprado@gmail.com, com os dados: nome completo, idade, telefone, endereço completo e com o título da oficina no assunto do email.

As vagas serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição. Portanto, não perca tempo!

Serão considerados emails recebidos apenas partir de sábado, 7 de julho. Todas as oficinas são gratuitas.

Realização audiovisual em um contexto de educação popular e comunicação popular: apropriação dos meios e construção de significados

Quem já esteve na MOSCA e fez oficinas, conhece o nosso amigo Djalma. Baseado em sua experiência nas Oficinas da MOSCA, Djalma Ribeiro Jr. escreveu o artigo Realização audiovisual em um contexto de educação popular e comunicação popular: apropriação dos meios e construção de significados,  que foi apresentado na 33ª Reunião anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), 2010, Caxambu-MG. Segundo o autor, a coordenação das oficinas de realização audiovisual durante a MOSCA o motivaram a realizar o mestrado (entre 2007 e 2009) e teriam se tornado um espaço permanente de articulação entre Educação Popular, Comunicação Popular e produção audiovisual.
Oficina de Realização Audiovisual: Cinema Mudo, na MOSCA 4 (2008)

Os filmes realizados podem ser encontrados no Youtube, no Canal da MOSCA ou no do coordenador de oficinas da MOSCA: http://www.youtube.com/user/djalmacine2008

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Djalma Ribeiro Junior é Doutorando em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em Educação e bacharel em Imagem e Som pela mesma universidade. Atua como Técnico de Laboratório Audiovisual do Departamento de Artes e Comunicação e como Assistente de Coordenação na Coordenadoria de Cultura da UFSCar. É sócio da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e coordenador do Grupo de Estudos e Extensão em Comunicação e Educação Popular (GECEPop). Tem experiência na área de Comunicação, Educação e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: educação popular, comunicação popular, educomunicação, gestão cultural e produção audiovisual.
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Veja aqui mais fotos das oficinas que já aconteceram na MOSCA.

PROGRAMAÇÃO MOSCA 6½

Entre 28 e 30 de julho, a MOSCA 6½ exibirá 50 curtas-metragens. 38 foram selecionados entre os curtas exibidos em todas as edições da Mostra Audiovisual de Cambuquira, e 12 são trabalhos realizados durante as oficinas da MOSCA entre 2006 e 2010.

Os 38 curtas selecionados se destacaram de alguma forma na programação, mas não foi nada fácil compor essa seleção, uma vez que todos os 398 curtas exibidos foram muito importantes pra história da MOSCA. Agradecemos a todos os realizadores que já nos confiaram seus filmes, e esperamos ter outras oportunidades para exibí-los.

E que venham os filmes!

baixe aqui a programação em pdf: MOSCA 6½

 28/julho 

QUINTA 19h – classificação livre

CINE ELITE – UM SONHO POSSÍVEL, 13′, doc, Cambuquira/MG – Documentário realizado na oficina ‘Produção de documentário’ durante a MOSCA 2.

TALVEZ AMANHÃ, 2’37’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Produção de vídeo de ficção’ durante a MOSCA 2.

SINHÁ PRADO, 14′, doc, Cambuquira/MG – Documentário realizado na oficina ‘Produção de documentário’ durante a MOSCA 3.

O CAIPIRA, 3’31’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

FÁBULA RASA, 3’18’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

VIAGEM NO TEMPO, 3’37’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: cinema mudo’ durante a MOSCA 4.

JORNAL DA MOSCA, 8’32’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: produção de TV’ durante a MOSCA 5.

A ESPERA, 8’13’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: adaptação literária – do conto ao curta’ durante a MOSCA 6.

CONFISSÃO, 8’23’’, fic, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Realização audiovisual: adaptação literária – do conto ao curta’ durante a MOSCA 6.

VIDEODANÇA, 3’14’’, exp, Cambuquira/MG – Vídeo realizado na oficina ‘Videodança’ durante a MOSCA 6.

RECREAÇÃO EM VIDEODANÇA, 3’35’’, exp, Cambuquira/MG  – Vídeo realizado na oficina ‘Videodança’ durante a MOSCA 6.

FOTOGRAFIA PINHOLE, 2’33’’, Cambuquira/MG – Vídeo das fotografias tiradas na oficina ‘Fotografia pinhole’ durante a MOSCA 6.

29/julho 

SEXTA 20h  – classificação livre

BOCA NO LIXO, de Lígia Benevides e Marcela Borela, 2007, 20′, doc, GO

Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade.

FABULÁRIO GERAL DE UM DELÍRIO CURITIBANO, de Juliana Sanson, 2007, 16′, fic, PR

Mulher acorda com uma frase que se repete obsessivamente em sua cabeça e, angustiada, decide sair de casa e se distrair. Num esforço de se livrar da tal frase, faz reflexões que deixam transparecer, além de seu estado de espírito, algumas características da cidade em que vive.

A VINGANÇA DO NINJA 2, de Leonardo de Andrade, 2006, 19’50”, fic, SP

De posse de Ratchatchara, o terrível Dark Ninja liberta o antigo líder do Clã Escorpião Maligno! Poderá Capitão John Russel e seu parceiro Machadinha deter o terrível vilão?

NA COMPANHIA DE CARONTE, de Alexandre Felix e Delson Robson, 2006, 8′, exp, Cambuquira/MG

No caminho entre a última vida e o inferno, a personagem se depara com os traumas e conflitos da sua vida passada.

SATORI USO, de Rodrigo Grota, 2007, 17’45”, fic, PR

Um poeta das sombras, um cineasta sem filmes e uma musa enigmática. Um “documentário” sobre um poeta que nunca existiu apresentado por um cineasta imaginário.

MEU NOME É PAULO LEMINSKI, de Cezar Migliorim, 2004, 04’30”, exp, RJ

Embate entre pai e filho em torno de poesia de Paulo Leminski. Tudo o que eu faço, alguém em mim que eu desprezo

SEXTA 22h  – classificação 16 anos

HIATO, de Vladimir Seixas, 2008, 20′, doc, RJ

Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

O ASSASSINO DO BEM, de Hiro Ishikawa e Thiago Pedroso, 2010, 13′, fic, SP

Se ele te matou, é porque você é chato!

ESPETO, de Guilherme Marback e Sara Silveira, 2006, 16′, fic, SP

Espeto é uma comédia de humor negro, que conta a história de um garçom capaz de fazer qualquer coisa para subir na vida. O seu grande sonho é servir picanha, a mais nobre das carnes. Por enquanto, ele serve lingüiça. Para atingir seu objetivo, ele será capaz de cometer crimes com requintes de crueldade.

BALANÇOS E MILKSHAKES, de Erick Ricco e Fernando Mendes, 2010, 9’55”, ani, MG

Um amor vivido por duas crianças é lembrado por um narrador.

DOSSIÊ RÊ BORDOSA, de César Cabral, 16′, 2008, ani/doc, SP

Fama? Ego inflado? Espírito de porco? Quais os reais motivos que levaram Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação?

A ÚLTIMA DO AMIGO DA ONÇA, de Terêncio Porto, 2005, 18′, fic, RJ

Encontro do cartunista Péricles de Andrade Maranhão com sua criatura, o Amigo da Onça, no último dia do ano de 1961.

30/julho 

SÁBADO 14h30 – sessão infantil – classificação livre

A TRAÇA TECA, de Diego Doimo, 2002, 8′, fic, SP

Dentro do armário da costureira Jacira, em um velho casaco laranja, vive Teca, uma curiosa tracinha e seu ácaro de estimação Tuti. Quando a costureira vai devolver um livro na biblioteca, leva por engano Teca e Tuti em seu casaco.

O SAPO, de Adolfo Sarkis, 2006, 17′, fic, RJ

Para se aproximar da garota de seus sonhos, o pequeno Lucas terá que viver um papel muito curioso.

HISTORIETAS ASSOMBRADAS (PARA CRIANÇAS MALCRIADAS), de Victor Hugo Borges, 2005, 16′, ani, SP

As histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama.

ELE, do s alunos da Rede Municipal de Ensino de Vitória, 2007, 13′, ani, ES

Ele é o cara.

BICHO, de Vitor Brandt, 2008, 14′, fic, SP

Carlos adora os animais, mas sua mãe os odeia. Ela sempre dá um jeito de se livrar deles. Agora, ele encontrou um bicho diferente e, dessa vez, a história irá terminar de outra maneira.

ERNESTO NO PAÍS DO FUTEBOL, de André Queiroz e Thaís Bologna, 2009, 15′, fic, SP

Em ano de Copa do Mundo, o que poderia ser pior para um menino argentino do que morar no Brasil?

SÁBADO 17h  – classificação livre

TUDO QUE É SÓLIDO PODE DERRETER, de Rafael Gomes, 2005, 16′, fic, SP

Aos 15 anos, Débora compartilha com Hamlet as dores e dúvidas da adolescência.

UM LUGAR COMUM, de Jonas Brandão, 2009, 10′, ani, SP

A extrovertida Marina e o desajeitado Zezé se conhecem e juntos plantam uma bela árvore, que se torna o símbolo de sua amizade. O filme acompanha o crescimento das crianças e seus desencontros neste mesmo lugar comum.

MODERNA IDADE, de Marcelo Carvalho Marques (Oficinas Kinoforum), 2009, 9′, doc, SP

Senhores e senhoras com juventude acumulada estão conectados virtualmente, mostrando sempre que é tempo de aprender, conhecer e adaptar-se às novas tecnologias.

KAHEHIJÜ ÜGÜHÜTU, O MANEJO DA CÂMERA, do Coletivo Kuikuro de Cinema, 2007, 17′, doc, MT

O cacique Afukaká, dos índios Kuikuro no Alto Xingu, conta a sua preocupação com as mudanças culturais da sua aldeia e seu plano de registro das tradições do seu povo, e os jovens cineastas indígenas narram as suas experiências nesse trabalho.

ESPORTE EM MARCHA 

Cine jornal dos Jogos Abertos de Cambuquira de 1948/49. Restaurado e digitalizado (2009) por Johnny e Marco Antonio Resende de Oliveira. Exibição de 2 episódios. 5′, doc, Cambuquira/MG.

RUA DAS TULIPAS, de Alê Camargo, 2007, 10′, ani, DF

Um grande inventor acostumado a criar soluções para todos os moradores de sua rua, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa.

SÁBADO 19h  – classificação 14 anos

DE VOLTA A TERRA BOA, de Mari Corrêa e Vincent Carelli, 2008, 15′, doc,

Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.

EM UMA TARDE DE ABRIL EM CAMBUQUIRA, de Alexandre Felix, 2009, 5’20”, exp, Cambuquira/MG

Um olhar sobre a cidade de Cambuquira. Exaltação da beleza local em contraste com o marasmo e a falta de iniciativa dos moradores em relação à situação crítica desta cidadezinha nostálgica.

CODA, de Marcos Camargo, 2008, 8′, ani, SP

Três bailarinas estão chegando em suas casas. Sozinhas com seus próprios delírios… ou seriam suas verdades fantasiadas?

AVÓS, de Michael Wahrmann, 2009, 12′, fic, SP

No seu décimo aniversário, Leo descobre que Mônica Lewinsky é judia, que Clinton é o presidente da América, que os números nos braços dos avós são os responsáveis por ele ser gordinho e que a câmera Super 8 que ganhou do seu avô não serve para mais nada.

ALGUMA COISA ASSIM, de Esmir Filho, 2006, 15′, fic, SP

Caio e Mari, dois adolescentes, saem à noite pelas ruas de São Paulo em busca de diversão. Entre sons e silêncios, descobrem mais sobre si mesmos.

MEU AMIGO GIRASSOL, de Claudia Cortez e Diogo Fernandes, 2002, 8′, fic, SP

Garoto, ao encontrar sua mãe sendo espancada pelo pai, deposita toda sua esperança em salvar sua mãe em uma amizade incomum.

ALÔ, TOCAYO, de Lula Carvalho e Renato Martins, 2007, 22′, doc, Cuba

Curta-metragem feito na cidade de Havana, Cuba. São as impressões sobre tudo aquilo que foi visto, e principalmente sentido durante os oito dias vividos na ilha. A narrativa se dá através de uma mãe cubana, Mirian Torres, que apresenta a sua família e sua história de vida, e nos convida a uma reflexão sobre o mundo que vivemos hoje.

SÁBADO 21h  – classificação livre

O HOMEM DA ÁRVORE, de Paula Mercedes, 2006, 19′, doc, DF/SP

Ex-presidiário e evangélico, Mário instalou sua moradia no alto de uma árvore em Brasília, de onde se avistam o Palácio do Planalto e vários ministérios. Ali, ele busca provar sua inocência enquanto sobrevive catando latinhas nos lixos das embaixadas.

HOMEOSTASE, de Gabriel Lemes de Souza, 2008, 21′, exp, Cambuquira/MG

O jovem Pedro sai pelo mundo à procura de um sentido para sua vida. Sem esperar, defronta com o passado. Acaba se vendo obrigado a entender aquilo que não havia compreendido antes! Uma bela viagem pelas simples delícias da vida!

ENGANO, de Cavi Borges, 2008, 12′, fic, RJ

Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos-seqüência.

DOS RESTOS E DAS SOLIDÕES, de Petrus Cariry, 2006, 13′, doc, CE

No meio da caatinga profunda de Inhamuns, a terra mais seca e pobre do Ceará, vagando entre as ruínas e as sombras, vive Dona Laura, com seus 70 anos, remoendo memórias e dores. O presente é desolação e decadência; o passado é uma lembrança.

TYGER, de Guilherme Marcondes, 2006, 04’30”, ani, SP

Um enorme tigre aparece misteriosamente numa grande cidade. Ele vai revelar a realidade escondida numa noite que poderia ter sido como qualquer outra.

CLAIRELUMIÈRE, de Carolina Gonçalves, 2003, 11′, fic, França

Clara é surda. Ou melhor, tem um jeito particular de perceber os sons. A descoberta do amor vai fazer com que ela mergulhe em suas lembranças e descubra sua música interior.

O ANÃO QUE VIROU GIGANTE, de Marão, 2008, 10′, ani, RJ

A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.